«Que o teu filho viva amanhã no mundo dos teus sonhos»
Amílcar Cabral, Outubro de 1944

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Andorinha em CDE de Canchungo


No dia 9 de Maio, foi entregue a terceira Biblioteca Azul no Centro de Desenvolvimento Educativo, na presença de Alfredo Manuel Biague, Director Regional de Educação, Francisco Amadú Baldé, Vice-Director Regional de Saúde, Marciano Vicente Vaz, farmacêutico, Inussa Biai, da Cruz Vermelha do Sector de Canchungo, Abdú Biai, Coordenador Regional da AGUIBEF – Associação Guineense de Bem-Estar Familiar, e Dulcineia Pereira, presidente da CONGAI. Contou com a cobertura noticiosa da Rádio Comunitária Uler A Baand, Rádio Babok e Rádio Sol Mansi.
Recordamos que «a rede ePORTUGUÊSe da OMS é uma plataforma desenvolvida para fortalecer a colaboração entre os países de língua portuguesa nas áreas da informação e capacitação em saúde. A Biblioteca Azul é um projeto desenvolvido pela OMS em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil e o Alto Comissariado da Saúde de Portugal para disseminar informações básicas em saúde para zonas rurais e áreas distantes e carentes de informação.»

Aproveitamos para também realizar a entrega formal do conjunto de publicações que tínhamos reunido em Portugal de diversas ofertas (ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, GEED – Gabinete de Estudos para a Educação e Desenvolvimento, União Latina, Porto Editora).
A Bankada Andorinha desde que este CDE foi inaugurado em Canchungo a 1 de Setembro de 2008, tem sido assim o maior contribuinte para aumentar o seu espólio bibliográfico, não só em termos de quantidade mas sobretudo em termos de qualidade e diversidade temáticas. É um dos objectivos da Bankada Andorinha a angariação de livros novos, de temáticas pertinentes e de uso útil, procurando ir de encontro às necessidades locais dos guineenses – um dos objectivos mais acarinhados é a disponibilização de obras guineenses editadas na Guiné-Bissau.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Andorinha em Biblioteca Azul da OMS

Foi em meados de 2010 que a Bankada Andorinha teve conhecimento do projecto Biblioteca Azul da Organização Mundial de Saúde, através da rede ePORTUGUÊSe, e de imediato se disponibilizou para organizar a sua colocação em localidades do interior da região a sul do rio Cacheu.
* [«A rede ePORTUGUÊSe da OMS é uma plataforma desenvolvida para fortalecer a colaboração entre os países de língua portuguesa nas áreas da informação e capacitação em saúde. A Biblioteca Azul é um projeto desenvolvido pela OMS em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil e o Alto Comissariado da Saúde de Portugal para disseminar informações básicas em saúde para zonas rurais e áreas distantes e carentes de informação.
O projeto Biblioteca Azul existia apenas nas versões em inglês e francês, mas a partir de 2006, este projeto estendeu-se para o português. A coleção em português contém mais de 180 livros, documentos e manuais sobre saúde pública, gestão, políticas de saúde, além de temas específicos como saúde da mulher e da criança, doenças infecciosas, SIDA, malária entre outros.»]

Em Fevereiro, três embalagens de Biblioteca Azul foram enviadas de Genebra (Suiça) para Bissau, ficando no Escritório do Representante da OMS para a Guiné-Bissau. Tivemos o apoio logístico da CONGAI – Confederação das Organizações não Governamentais e Associações Intervenientes ao Sul do Rio Cacheu, para o seu transporte de Bissau para Canchungo.
No dia 7 de Maio, com o apoio da CONGAI, Clemente Mendes, presidente da Bankada Andorinha, acompanhado por Alfredo Manuel Biaga, Director Regional de Saúde de Cacheu, procederam à distribuição e entrega de duas das Biblioteca Azul.
Em Calequisse, foi entregue no Centro de Desenvolvimento Educativo Daniel Brottier, na presença do respectivo bibliotecário, Júlio Gomes, do professor Martinho Mendes, director do Liceu Daniel Brottier – também representando a Missão Católica de Bajobe –, e de Flaviano Manduaro Correia, presidente da AJUC – Associação dos Jovens Unidos do Sector de Calquisse.

Em Cacheu, foi entregue no Centro de Recursos, na presença do respectivo bibliotecário, Nunque Gomes – que também representava a Missão Católica das Irmãs Franciscanas na Região de Cacheu –, de António Monteiro, presidente da AFASCA – Associação dos Filhos e Amigos do Sector de Cacheu, e de Luís Ucó Pereira, da Comissão de Reabilitação de Pessoas com Deficiência do Sector de Cacheu.

Os diversos discursos destacaram a riqueza do espólio bibliográfico agora disponibilizado na região. Com efeito, é a seguinte a catalogação do seu conteúdo: cartilhas e folhetos (assuntos diversos; Cuidados de Enfermagem, Saúde Comunitária, Educação em Saúde e Atenção Básica; Epidemiologia, Câncer e Doenças Não Transmissíveis; Gestão e Administração em Saúde; Aleitamento Moderno, Nutrição e Alimentação; SAÚDE Perinatal e Materno, Planeamento Familiar; Saúde da Criança; Medicamentos Essenciais, Dependência de Substâncias Psicoativas; Doenças Infecciosas e Vacinação; Doenças Parasitárias e Controle de Vectores; Doenças Sexualmente Transmissíveis – VIH/SIDA, DST; Cirurgia, Anestesia e Cuidados Hospitalares; Técnica de Laboratório, Biosegurança, Hemovigilância.

Os nossos agradecimentos a Alfredo Manuel Biaga, Director Regional de Saúde de Cacheu, Agostinho Sadjá Mané, do Escritório do Representante da OMS para a Guiné-Bissau, e a Augusto Mango, secretário executivo da CONGAI. Um agradecimento muito especial a Dr.ª Regina Ungerer, da rede ePORTUGUÊSe da OMS em Genebra.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Andorinha em +ofertas...



No âmbito do seminário “Língua Portuguesa e culturas lusófonas num universo globalizado”, que decorreu de 25 a 26 de Outubro de 2010 na Fundação Calouste Gulbenkian, organizado pela União Latina, foi oferecida à Bankada Andorinha uma edicção de “A Luta é a Minha Primavera” de Vasco Cabral, que será encaminhado para o Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo.
«Nascido em Farim, norte de Guiné-Bissau (1926-2005), Vasco Cabral foi um ícone da luta política e da poesia guineenses. Quando estudava em Lisboa, aos 23 anos, envolveu-se com política, participando ativamente da campanha de oposição anti-salazarista à presidência de Portugal.
Após 5 anos de prisão em Portugal por sua atividade política, Vasco Cabral retornou a Bissau em 1956 e foi um dos fundadores do PAIGC (Partido Africano pela Independência da Guiné e Cabo Verde). 
A década de 1960 foi repleta de "aventuras". Passando à clandestinidade como militante comunista em Portugal, Vasco foge de barco para Tânger com o angolano Agostinho Neto. Descendo a costa africana, busca seu irmão para aderir ao PAIGC e lutar pela independência do país. A luta armada começa em 1963, e a independência reconhecida em 1974.
Além de atuar como governista após a independência, Vasco Cabral também fundou a União dos Escritores da Guiné-Bissau. Publicou A Luta é a Minha Primavera (1981), com poemas escritos entre 1951 e 1974.» [Fonte: www.eportuguese.blogspot.com]

Realizamos igualmente uma recolha de documentos e obras na Internet em formato pdf sobre a Guiné-Bissau e África Ocidental. Textos de e sobre Amílcar Cabral, documentos, estudos e relatórios de diversas instituições, teses universitárias, num total de centena e meia, que iremos disponibilizar para computadores do Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo, do Centro de Desenvolvimento Daniel Brottier de Calequisse e do Centro de Recursos de Cacheu. Recordamos que o acesso à Internet na Guiné-Bissau, sobretudo fora da capital, é inexistente ou contingente. É um dos objectivos da Bankada Andorinha proporcionar o acesso a informação de e sobre a Guiné-Bissau aos guineenses...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Andorinha em GEED

Do Gabinete de Estudos para a Educação e Desenvolvimento, da Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, a Bankada Andorinha recebeu um par de obras resultantes da sua experiência em projectos de promoção da Língua Portuguesa em países dos PALOP.
“Aprender o Português” de Margarida Santos:
«É um Manual/Guia de Alfabetização destinado a todas as crianças cabo-verdianas que iniciam o seu percurso de alfabetização, e simultaneamente, a todas as professoras e professores do ensino básico que pretendem iniciar uma caminhada conjunta com os seus pequenos alunos. Foge às abordagens expositivas que caracterizam as formas tradicionais de ensino e aprendizagem, priorizando o trabalho personalizado e de grupo, a partir da adopção de uma prática activa e participativa.»
“Para escrever melhor” de Benjamim Moreira:
«Escrever. Redigir um texto. Seleccionar, estruturar, articular informações. Eis algumas das tarefas que os estudantes têm de realizar ao longo da escolaridade. Porém, os múltiplos processos cognitivos exigidos tornam o trabalho de escrita difícil para o aluno, e não menos para o professor que o acompanha. Ao aluno, como a qualquer escrevente, é também exigida a capacidade de observar e reflectir sobre o seu texto: reescrevendo-o, reformulando-o, aperfeiçoando-o. Mas, como conseguem os professores orientar e ajudar os alunos na habilidade da escrita? Esta é a questão que se aborda neste livro. A partir de um corpus de textos de alunos do ensino básico integrado de Cabo Verde, analisam-se os problemas encontrados e apresentam-se as respectivas intervenções pedagógicas. Finalmente, são propostos instrumentos didácticos adequados às áreas críticas que justificam a intervenção do professor. Esta obra destina-se primeiramente aos professores e estudantes de Português Língua Segunda dos países de língua oficial portuguesa ou que residem e estudam no nosso país. No entanto, as propostas apresentadas vão também ao encontro de preocupações existentes no ensino do Português Língua Materna.»
Os nossos melhores agradecimentos ao GEED, em especial para Nadir Faria, por este apoio. Este par de publicações irá em breve ser encaminhado para o Centro de Desenvolvimento Educativo em Canchungo na Guiné-Bissau.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Andorinha em ACIDI

Do ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (Lisboa, Portugal) a Bankada Andorinha recebeu um conjunto de publicações, da parte do Entreculturas e do Observatório da Imigração.

Da Colecção Estudos e Práticas:
 nº 2 – “Crescer Bilingue” de Dulce Pereira

Da Colecção Cadernos de Formação:
“Cooperação e Aprendizagem: educação intercultural” de Maria Isabel Geraldes Santos Cochito

Da Colecção Percurso...em nós:
dvd I – “Narrativas de Vida”
dvd II – “Celebração da Diversidade”
dvd III – “Acolhimento”

Da Colecção Estudos do Observatório da Imigração:
nº 4 – “Contributos dos Imigrantes na Demografia Portuguesa: o papel das populações de nacionalidade estrangeira” de Maria João Valente Rosa, Hugo de Seabra, Tiago Santos
nº 12 – “O Tráfico de Migrantes em Portugal: perspectivas sociológicas, jurídicas e políticas” de João Peixoto, António Goucha Soares, Paulo Manuel Costa, Sónia Pereira, Catarina Sabino
nº 13 – “A Criminalidade de Estrangeiros em Portugal: um inquérito científico” de Hugo Martinez de Seabra, Tiago Santos
nº 19 – “Media, Imigração e Minorias Étnicas II” de Isabel Ferin Cunha, Clara Almeida Santos, Catarina Valdigem, Willy S. Filho
nº 21 – “Os Imigrantes e a População Portuguesa – Imagens Recíprocas: análise de duas sondagens” de Mário F. Lages, Verónica M. Policarpo, José Carlos L. Marques, Paulo Lopes Matos, João Homem Cristo António
nº 22 – “Espaços e Expressões de Conflito e Tensão entre Autóctones, Minorias  Migrantes e Não Migrantes na Área Metropolitana de Lisboa” de Jorge Macaísta e Manuela Mendes (coord.), Carlos Elias Barbosa, Sandra Brito Silva, Aline Schiltz, Francisco Vala
nº 23 – “Licença para Criar: imigrantes nas artes em Portugal” de Magda Nico, Natália Gomes, Rita Rosado, Sara Duarte
nº 24 – “Estudo Prospectivo Sobre Imigrantes Qualificados em Portugal” de Pedro Góis, José Carlos Marques
nº 25 – “A Convenção Internacional Sobre a Protecção dos Direitos de Todos os Trabalhadores Migrantes e dos Membros das suas Famílias: perspectivas e paradoxos nacionais e internacionais em matéria de imigração” de Gonçalo Saraiva Matias, Patrícia Fragoso Martins
nº 26 – “Quanto Custa ser Imigrante?” de Edite Rosário, Tiago Santos
nº 27 – “A Importância e o Impacto das Remessas dos Imigrantes em Portugal no Desenvolvimento de Cabo Verde” de André Corsino Tolentino, Carlos Manuel Rocha, Nancy Curado Tolentino
nº 28 – “Media, Imigração e Minorias Étnicas: 2005-2006” de Isabel Ferin, Clara Almeida Santos, Willy Filho, Ilda Fortes
nº 29 – “Os Meios de Comunicação Étnicos em Portugal: dinâmica organizacional dos media das comunidades de imigrantes” de Isabela Câmara Salim
nº 31 – “As Características da Imigração em Portugal e os seus Efeitos no Comércio Bilateral” de Horácio C. Faustino (coord.), João Peixoto, Patrícia Baptista
nº 32 – “Saúde Sexual e Reprodutiva de Mulheres Imigrantes Africanas e Brasileiras: um estudo qualitativo” de Sónia Ferreira Dias, Cristianne Famer Rocha, Rosário Horta
nº 33 – “Migrantes e Saúde Mental: a construção da competência cultural” de Chiara Pussetti (coord.), Júlio F. Ferreira, Elsa Lechner, Cristina Santinho
nº 34 – “Sindicatos e Imigração em Portugal” de Marina Kolarova, João Peixoto
nº 35 – “Mulheres Imigrantes em Portugal: memórias, dificuldades de integração e projectos de vida” de Joana Miranda
nº 36 – “Acesso dos Imigrantes aos Serviços Bancários em Portugal” de Bruno Dias, Elisia Silva, Rahul Kumar, Tiago Ralha
nº 37 – “Crescer fora de água?: expressividades, posicionamentos e negociações identitárias de jovens de origem africana na Região Metropolitana de Lisboa” de Marta Vilar Rosales, Vanessa Cantinho de Jesus, Susana Parra

Da Colecção Comunidades
nº 2 – “Comunidade(s) Cabo-verdiana(s): as múltiplas faces da imigração cabo-verdiana” de Pedro Góis (coord.)

Da Colecção Teses do Observatório da Imigração:
nº 1 – “Delinquência a Preto e Branco: estudo de jovens em reinsercão” de Hugo Martinez de Seabra
nº 3 – “Fluxos Migratórios e Cooperação para o Desenvolvimento: realidades compatíveis no contexto europeu?” de Joana Miranda Figueiredo
nº 23 – “A Segunda Geração de Imigrantes em Portugal e a Diferenciação do Percurso Escolar: jovens de origem cabo-verdiana versus jovens de origem hindu-indiana” de Sónia Pires

Da revista Migrações:
nº 2 – “Imigração e Mercado de Trabalho”
nº 3 – “Empreendedorismo Imigrante”
nº 6 – “Associativismo Imigrante”

Da Colecção Cadernos OI:
nº 1 – “Os Limites da Formalidade e o Trabalho Imigrante em Portugal” por Lourenço Xavier de Carvalho

Da Colecção Portugal:
nº 1 – “Percursos de Interculturalidade: raízes e estruturas”
nº 2 – “Percursos de Interculturalidade: contextos e dinâmicas”
nº 3 – “Percursos de Interculturalidade: matrizes e configurações”
nº 4 – “Percursos de Interculturalidade: desafios à identidade”.

Os nossos melhores agradecimentos ao ACIDI, em especial para a Dr.ª Paula Ferreira do Centro de Documentação do ACIDI, e para os amigos Henrique Figueiredo e Orlando Carvalho, que se encarregaram do transporte por etapas – recordo que este projecto não tem apoio financeiros, todavia conta com esta imensa riqueza da boa-vontade de instituições e amigos!
Este conjunto de publicações irá em breve ser encaminhado para o Centro de Desenvolvimento Educativo em Canchungo na Guiné-Bissau.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Andorinha em biblioteca


Os jovens estudantes e professores das bankada Andorinha ofereceram ao Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo as seguintes obras: “A Questão do Casamansa e a Delimitação das Fronteiras da Guiné” Maria Luísa Esteves e “Gonçalo de Gamboa de Aiala, Capitão-Mor de Cacheu, e o comércio negreiro espanhol” de Maria Luísa Esteves, IV Centenário da Fundação da cidade de Cacheu 1588 – 1988 “Cacheu, cidade antiga”, edição conjunto do Instituto de Investigação Científica Tropical (Lisboa, Portugal) e INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa (Bissau, Guiné-Bissau).
Esta iniciativa é resultado da 2.ª Feira do Livro Andorinha, organizada pela bankada central Andorinha, de 20 a 24 Abril (8.3-11h e 16-19h) no Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo.
Este Centro está suficientemente equipado com dicionários de Língua Portuguesa e algumas obras de referência na área da Educação. O remanescente, reflexo do apoio inicial da Cooperação Portuguesa, limita o seu espólio às ofertas de manuais escolares portugueses usados e obras em segunda mão editadas em Portugal. Neste ano lectivo, foi objectivo da bankada central Andorinha, a disponibilização de obras sobre a Guiné-Bissau e África – como aconteceu com Amílcar Cabral em Janeiro. Este objectivo – também de “devolver as obras guineenses à Guiné-Bissau” – irá prosseguir com a associação Bankada Andorinha.
Se alguém, ou instituição, quiser ajudar de alguma forma, contacte-nos – será bem-vindo...