No dia 14 de Maio, as comemorações do 3.º aniversário da Bankada Andorinha prosseguiram da parte da tarde com a já tradicional Festa Andorinha – o que realizamos pela terceira vez. Tem sido a oportunidade única de podermos reunir, pelo menos uma vez por ano, elementos de todas as bankada Andorinha espalhadas de Canchungo a Bissau.
Este ano tivemos a diversidade e riqueza de estarem representadas todas as bankada Andorinha. Assim, estiveram presentes elementos das bankada Andorinha de Betame, de Tchada, da Avenida Titina Sillá, da rua de Calequisse, da Beira Mar, bairros da cidade de Canchungo. Estiveram presentes elementos das bankada “Umeeni” de Petabe, da “União Faz A Força” de Tchulame, da Escola Pública de Iniciativa Comunitária “Tomás Nanhungue” de Tame, da “Umé Alil” de Canhobe – de tabanka do sector de Canchungo. Estiveram presentes elementos das bankada Andorinha de Cajegute (sector de Caió), do Liceu Daniel Brottier (sector de Calequisse), do Liceu Domingos Mendonça (sector de Cacheu). Ainda estiveram presentes elementos da bankada Andorinha da Paróquia de Brá e da AJALPD – Associação de Jovens Amigos da Língua Portuguesa para o Desenvolvimento, de Bissau.
É uma festa porque podemos conhecer-nos melhor – com jogos e dinâmicas de apresentação – e podemos fazer conviver uma troca de experiências. Havia um microfone há disposição e cada bankada ficou responsável por realizar um pequeno momento de animação. Fica a questão que mais intrigou a plateia: “se o padre é o unico filho do pai do pedro, como sao padre e pedro?”.







