«Que o teu filho viva amanhã no mundo dos teus sonhos»
Amílcar Cabral, Outubro de 1944

postal

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Andorinha com o hip-hop guineense

Slyser ofereceu à Bankada Andorinha meia dúzia das suas músicas do seu mais recente álbum – e igualmente um jingle promocional em exclusivo. É com grande orgulho que iremos incorporar os seus contributos nos programas Andorinha na Rádio Comunitária Uler A Baand e Rádio Babok, a partir de Canchungo, na Região de Cacheu, na Guiné-Bissau. A Slyser, os nossos melhores agradecimentos...

«Slyser, nascido na Guiné-Bissau (Safim)  é um dos grandes artistas da comunidade, Hip-Hop, de Aveiro (membro da Hot Block, também guineenses). Tornou-se mais activo desde 2001, começando a ter várias actuações em bares de Aveiro, Coimbra e Porto. Chegou a actuar na festa do primeiro aniversário do Site Hipocentro, na comemoração do Dia Mundial de Luta Contra o Cancro e de Luta contra a Sida (ambas no Porto), na festa da MTV Underground, festas do ISCAA e da Universidade de Aveiro (Festa dos CPLP em 2004 e 2005 e Queima das fitas em2003.
Em 2004 enviou uma maquete para a revista Hip Hop Nation, a qual teve uma excelente crítica ("Slyser fez em 5 sons o que muitos não fazem num cd" - citando a revista) onde se destacou pelo bom trabalho e em 2007 lançou um Ep independente - Desabafos.
Recentemente lançou um novo projecto, Mixtape Inegável 2010, que transmite mensagens positivas, um flow eclético, que viaja do agressivo ao melancólico, deixando sempre algo de útil para o ouvinte. Esse trabalho marca  regresso do Slyser à panorama hip hop após mais de 3 anos de ausência. Neste ano Slyser ainda participou na mixtape da gangdomoinho.net.

Slyser sempre foi um apaixonado por poesia e antes de ingressar no mundo do hip hp dedicava-se à escrita de poemas, por passatempo. A entrada no mundo hip hop deu-se por motivação do Tay-Ron (Soul Affect), por volta de 97. Ele, ao ouvir Slyser a rappar a música "dedicatória" dos Mind da Gap, disse-lhe que tinha uma "grande voz" e devia experimentar rappar, e assim, combinaram marcar uma sessão na casa do Tay-ron, de onde sairia o som "rhyme makers" (http://www.youtube.com/watch?v=HsURDKFLInU), que foi gravado junto com os Hot Block. Grupo com a qual Slyser andou até 2003, e com os quais ainda se faz acompanhar nas actuações e colaborações. 

Actualmente, Slyser encontra-se a gravar uma mixtape (3 a 100) a sair brevemente com os membros da Hot Block: G-Smooth (Deep Niggaz) e Nigga X.»

Download cd:


De Henrique Figueiredo, que há mais de dois anos nos dá a conhecer e fornece a música com que animamos os programas radiofónicos Andorinha, com o melhor de hip hop rap reggae funk soul afrobeat kuduro, e afins, em Língua Portuguesa, volta a patrocinar-nos com mais algumas novidades: Black Mastah, Bob da Rage Sense, Cacique 97, Dealema, DJ Ride, E-Spam, Expensive Soul, Factor Activo, Kalaf + Type, Mc Jihad, Mind da Gap, Mister Lizard, Nerve, Octa Push, Oficio, Orelha Negra, Real Combo Lisbonense, TPC trabalho para casa – o que irá reforçar a diversidade e riqueza do programa Andorinha: !

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Andorinha em +ofertas...



No âmbito do seminário “Língua Portuguesa e culturas lusófonas num universo globalizado”, que decorreu de 25 a 26 de Outubro de 2010 na Fundação Calouste Gulbenkian, organizado pela União Latina, foi oferecida à Bankada Andorinha uma edicção de “A Luta é a Minha Primavera” de Vasco Cabral, que será encaminhado para o Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo.
«Nascido em Farim, norte de Guiné-Bissau (1926-2005), Vasco Cabral foi um ícone da luta política e da poesia guineenses. Quando estudava em Lisboa, aos 23 anos, envolveu-se com política, participando ativamente da campanha de oposição anti-salazarista à presidência de Portugal.
Após 5 anos de prisão em Portugal por sua atividade política, Vasco Cabral retornou a Bissau em 1956 e foi um dos fundadores do PAIGC (Partido Africano pela Independência da Guiné e Cabo Verde). 
A década de 1960 foi repleta de "aventuras". Passando à clandestinidade como militante comunista em Portugal, Vasco foge de barco para Tânger com o angolano Agostinho Neto. Descendo a costa africana, busca seu irmão para aderir ao PAIGC e lutar pela independência do país. A luta armada começa em 1963, e a independência reconhecida em 1974.
Além de atuar como governista após a independência, Vasco Cabral também fundou a União dos Escritores da Guiné-Bissau. Publicou A Luta é a Minha Primavera (1981), com poemas escritos entre 1951 e 1974.» [Fonte: www.eportuguese.blogspot.com]

Realizamos igualmente uma recolha de documentos e obras na Internet em formato pdf sobre a Guiné-Bissau e África Ocidental. Textos de e sobre Amílcar Cabral, documentos, estudos e relatórios de diversas instituições, teses universitárias, num total de centena e meia, que iremos disponibilizar para computadores do Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo, do Centro de Desenvolvimento Daniel Brottier de Calequisse e do Centro de Recursos de Cacheu. Recordamos que o acesso à Internet na Guiné-Bissau, sobretudo fora da capital, é inexistente ou contingente. É um dos objectivos da Bankada Andorinha proporcionar o acesso a informação de e sobre a Guiné-Bissau aos guineenses...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Andorinha em GEED

Do Gabinete de Estudos para a Educação e Desenvolvimento, da Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, a Bankada Andorinha recebeu um par de obras resultantes da sua experiência em projectos de promoção da Língua Portuguesa em países dos PALOP.
“Aprender o Português” de Margarida Santos:
«É um Manual/Guia de Alfabetização destinado a todas as crianças cabo-verdianas que iniciam o seu percurso de alfabetização, e simultaneamente, a todas as professoras e professores do ensino básico que pretendem iniciar uma caminhada conjunta com os seus pequenos alunos. Foge às abordagens expositivas que caracterizam as formas tradicionais de ensino e aprendizagem, priorizando o trabalho personalizado e de grupo, a partir da adopção de uma prática activa e participativa.»
“Para escrever melhor” de Benjamim Moreira:
«Escrever. Redigir um texto. Seleccionar, estruturar, articular informações. Eis algumas das tarefas que os estudantes têm de realizar ao longo da escolaridade. Porém, os múltiplos processos cognitivos exigidos tornam o trabalho de escrita difícil para o aluno, e não menos para o professor que o acompanha. Ao aluno, como a qualquer escrevente, é também exigida a capacidade de observar e reflectir sobre o seu texto: reescrevendo-o, reformulando-o, aperfeiçoando-o. Mas, como conseguem os professores orientar e ajudar os alunos na habilidade da escrita? Esta é a questão que se aborda neste livro. A partir de um corpus de textos de alunos do ensino básico integrado de Cabo Verde, analisam-se os problemas encontrados e apresentam-se as respectivas intervenções pedagógicas. Finalmente, são propostos instrumentos didácticos adequados às áreas críticas que justificam a intervenção do professor. Esta obra destina-se primeiramente aos professores e estudantes de Português Língua Segunda dos países de língua oficial portuguesa ou que residem e estudam no nosso país. No entanto, as propostas apresentadas vão também ao encontro de preocupações existentes no ensino do Português Língua Materna.»
Os nossos melhores agradecimentos ao GEED, em especial para Nadir Faria, por este apoio. Este par de publicações irá em breve ser encaminhado para o Centro de Desenvolvimento Educativo em Canchungo na Guiné-Bissau.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Andorinha em ACIDI

Do ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (Lisboa, Portugal) a Bankada Andorinha recebeu um conjunto de publicações, da parte do Entreculturas e do Observatório da Imigração.

Da Colecção Estudos e Práticas:
 nº 2 – “Crescer Bilingue” de Dulce Pereira

Da Colecção Cadernos de Formação:
“Cooperação e Aprendizagem: educação intercultural” de Maria Isabel Geraldes Santos Cochito

Da Colecção Percurso...em nós:
dvd I – “Narrativas de Vida”
dvd II – “Celebração da Diversidade”
dvd III – “Acolhimento”

Da Colecção Estudos do Observatório da Imigração:
nº 4 – “Contributos dos Imigrantes na Demografia Portuguesa: o papel das populações de nacionalidade estrangeira” de Maria João Valente Rosa, Hugo de Seabra, Tiago Santos
nº 12 – “O Tráfico de Migrantes em Portugal: perspectivas sociológicas, jurídicas e políticas” de João Peixoto, António Goucha Soares, Paulo Manuel Costa, Sónia Pereira, Catarina Sabino
nº 13 – “A Criminalidade de Estrangeiros em Portugal: um inquérito científico” de Hugo Martinez de Seabra, Tiago Santos
nº 19 – “Media, Imigração e Minorias Étnicas II” de Isabel Ferin Cunha, Clara Almeida Santos, Catarina Valdigem, Willy S. Filho
nº 21 – “Os Imigrantes e a População Portuguesa – Imagens Recíprocas: análise de duas sondagens” de Mário F. Lages, Verónica M. Policarpo, José Carlos L. Marques, Paulo Lopes Matos, João Homem Cristo António
nº 22 – “Espaços e Expressões de Conflito e Tensão entre Autóctones, Minorias  Migrantes e Não Migrantes na Área Metropolitana de Lisboa” de Jorge Macaísta e Manuela Mendes (coord.), Carlos Elias Barbosa, Sandra Brito Silva, Aline Schiltz, Francisco Vala
nº 23 – “Licença para Criar: imigrantes nas artes em Portugal” de Magda Nico, Natália Gomes, Rita Rosado, Sara Duarte
nº 24 – “Estudo Prospectivo Sobre Imigrantes Qualificados em Portugal” de Pedro Góis, José Carlos Marques
nº 25 – “A Convenção Internacional Sobre a Protecção dos Direitos de Todos os Trabalhadores Migrantes e dos Membros das suas Famílias: perspectivas e paradoxos nacionais e internacionais em matéria de imigração” de Gonçalo Saraiva Matias, Patrícia Fragoso Martins
nº 26 – “Quanto Custa ser Imigrante?” de Edite Rosário, Tiago Santos
nº 27 – “A Importância e o Impacto das Remessas dos Imigrantes em Portugal no Desenvolvimento de Cabo Verde” de André Corsino Tolentino, Carlos Manuel Rocha, Nancy Curado Tolentino
nº 28 – “Media, Imigração e Minorias Étnicas: 2005-2006” de Isabel Ferin, Clara Almeida Santos, Willy Filho, Ilda Fortes
nº 29 – “Os Meios de Comunicação Étnicos em Portugal: dinâmica organizacional dos media das comunidades de imigrantes” de Isabela Câmara Salim
nº 31 – “As Características da Imigração em Portugal e os seus Efeitos no Comércio Bilateral” de Horácio C. Faustino (coord.), João Peixoto, Patrícia Baptista
nº 32 – “Saúde Sexual e Reprodutiva de Mulheres Imigrantes Africanas e Brasileiras: um estudo qualitativo” de Sónia Ferreira Dias, Cristianne Famer Rocha, Rosário Horta
nº 33 – “Migrantes e Saúde Mental: a construção da competência cultural” de Chiara Pussetti (coord.), Júlio F. Ferreira, Elsa Lechner, Cristina Santinho
nº 34 – “Sindicatos e Imigração em Portugal” de Marina Kolarova, João Peixoto
nº 35 – “Mulheres Imigrantes em Portugal: memórias, dificuldades de integração e projectos de vida” de Joana Miranda
nº 36 – “Acesso dos Imigrantes aos Serviços Bancários em Portugal” de Bruno Dias, Elisia Silva, Rahul Kumar, Tiago Ralha
nº 37 – “Crescer fora de água?: expressividades, posicionamentos e negociações identitárias de jovens de origem africana na Região Metropolitana de Lisboa” de Marta Vilar Rosales, Vanessa Cantinho de Jesus, Susana Parra

Da Colecção Comunidades
nº 2 – “Comunidade(s) Cabo-verdiana(s): as múltiplas faces da imigração cabo-verdiana” de Pedro Góis (coord.)

Da Colecção Teses do Observatório da Imigração:
nº 1 – “Delinquência a Preto e Branco: estudo de jovens em reinsercão” de Hugo Martinez de Seabra
nº 3 – “Fluxos Migratórios e Cooperação para o Desenvolvimento: realidades compatíveis no contexto europeu?” de Joana Miranda Figueiredo
nº 23 – “A Segunda Geração de Imigrantes em Portugal e a Diferenciação do Percurso Escolar: jovens de origem cabo-verdiana versus jovens de origem hindu-indiana” de Sónia Pires

Da revista Migrações:
nº 2 – “Imigração e Mercado de Trabalho”
nº 3 – “Empreendedorismo Imigrante”
nº 6 – “Associativismo Imigrante”

Da Colecção Cadernos OI:
nº 1 – “Os Limites da Formalidade e o Trabalho Imigrante em Portugal” por Lourenço Xavier de Carvalho

Da Colecção Portugal:
nº 1 – “Percursos de Interculturalidade: raízes e estruturas”
nº 2 – “Percursos de Interculturalidade: contextos e dinâmicas”
nº 3 – “Percursos de Interculturalidade: matrizes e configurações”
nº 4 – “Percursos de Interculturalidade: desafios à identidade”.

Os nossos melhores agradecimentos ao ACIDI, em especial para a Dr.ª Paula Ferreira do Centro de Documentação do ACIDI, e para os amigos Henrique Figueiredo e Orlando Carvalho, que se encarregaram do transporte por etapas – recordo que este projecto não tem apoio financeiros, todavia conta com esta imensa riqueza da boa-vontade de instituições e amigos!
Este conjunto de publicações irá em breve ser encaminhado para o Centro de Desenvolvimento Educativo em Canchungo na Guiné-Bissau.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Andorinha em "Nô Pensa Cabral!" 2011

A 20 de Janeiro de 2011 a Bankada Andorinha, pelo quarto ano consecutivo, voltou a organizar este evento, que tem cada vez maior impacto e participação na cidade de Canchungo. Este ano também a bankada Andorinha do Liceu Domingos Mendonça de Cacheu organizou simultaneamente um evento semelhante na capital histórica da Região de Cacheu.
Em Canchungo, jovens estudantes e professores e dirigentes de diversas associações concentraram-se na bomba de gasolina à entrada da cidade e realizaram uma marcha, percorrendo a cidade, sobretudo ao longo da Avenida, até ao Comité de Estado, para prestarem homenagem à bandeira guineense e entoarem o hino.
Em Cacheu, concentraram-se junto da sede do Parque Natural do Rio Cacheu e realizaram uma marcha, percorrendo a cidade, sobretudo ao longo da Avenida, até ao Palácio do Governo, para prestarem homenagem à bandeira guineense e entoarem o hino.
Jovens guineenses marcharam em memória de Amílcar Cabral na Região de Cacheu na Guiné-Bissau.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Andorinha em "Nô Pensa Cabral!"


Uma das iniciativas mais marcantes da Bankada Andorinha em Canchungo (Região de Cacheu, Guiné-Bissau) tem sido a organização das comemorações do dia 20 de Janeiro, feriado nacional em memória de Amílcar Cabral – o que tinha deixado de ser realizado pelas entidades estatais. Sob o lema de „Nô Pensa Cabral!“ são convidados todos os alunos e professores de escolas e associações de Canchungo para participarem numa marcha que percorre a cidade, entremeada por uma palestra e o hastear da bandeira no recinto do Comité de Estado, terminando o dia com actividades culturais realizadas na Rotunda – palco central da cidade.


Outro dos objectivos é o de trazer a palavra escrita de Amícar Cabral aos jovens... Com efeito, quando solicitamos aos jovens e professores envolvidos para trazerem um qualquer exemplar dos escritos de Amílcar... constatamos que não existem: ninguém tem acesso ao pensamento de Amílcar – a não ser algumas frases feitas transmitidas pela oralidade. Em 2010 o CIDAC – Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral – ou, mais recentemente designado por Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral (Lisboa, Portugal), enviou duas obras em fotocópias encadernadas e uma colectânea recentemente editada – porque também em Portugal as obras estão esgotadas!
Neste sentido, vimos por este meio solicitar o vosso apoio pelo envio de obras editadas de e/ou sobre Amílcar Cabral – ou de qualquer outro suporte, como vídeos, álbuns, posters, imagens – para o Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo, para que possa servir os jovens e professores desta cidade. Contactem-nos...


sábado, 1 de janeiro de 2011

Andorinha para 2011

A Bankada Andorinha em Canchungo (Região de Cacheu, Guiné-Bissau) inicia o ano de 2011 com empenho e força de vontade para cumprir os objectivos gerais traçados e aprovados no plano de actividades para o ano lectivo de 2010-2011:
- Legalização e montagem da associação Bankada Andorinha;
- Reforço das bankadas Andorinha nos sectores de Canchungo, Cacheu, Caió e Bissau;
- Consolidação dos programas radiofónicos Andorinha na Rádio Comunitária Uler A Baand e Rádio Babok;
- Aumentar a presença de bankadas Andorinha nas Escolas;
- Expansão de bankadas Andorinha para os sectores de Calequisse e Bula;
- Montagem de um grupo de teatro Andorinha em Língua Portuguesa;
- Contribuição para o reforço dos Centros de Desenvolvimento Educativo da Região de Cacheu.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Andorinha em Brá

Chegam-nos notícias de que na bankada Andorinha na paróquia de Brá em Bissau realizaram eleições para a sua direcção, que ficou deste modo estruturada: «Faustino Gomes Sá (Presidente), Papa Cá (Secretário), Bertrand G. Mendes (Relação Externas / Porta-Voz), Sumba Mendes (Financeiro), Monteiro Mendes (Logistica), Aladje Cisse (Conselheiro)».
Recordamos que a bankada Andorinha na paróquia de Brá em Bissau junta jovens com diferentes situações estudantis, do 2.º Ciclo e Secundário, bem como universitários, de diversos bairros da capital guineense: Brá, Bairro Militar, Quelélé, Chão de Pepel, S. Paulo.
Desejamos que em 2011 continuem a abrir asas e a voarem pelo seu reforço em prol de si mesmos – e pela Língua Portuguesa.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Andorinha em Mondim de Basto


No dia 16 de Dezembro a Andorinha esteve de regresso ao Agrupamento de Mondim de Basto, a convite da direcção, no âmbito do projecto Andorinha – Promoção da Língua Portuguesa e da Cultura em Língua Portuguesa – um intercâmbio de escolas portuguesas e escolas no sector de Canchungo, Região de Cacheu, Guiné-Bissau.
Nesta segunda visita realizamos, com o apoio do professor José Manuel Carvalho, coordenador do projecto Andorinha neste agrupamento, uma sessão conjunta no auditório da Escola EB2,3/S de Mondim de Basto. Participaram alunos das turmas do 6º D – com as professoras Maria José e Sandra Alegre –, do 6º F – com os professores Adélia Faia e Victor Emanuel –, do 9º B e do 9º C – com os professores Rafael Telaio e José Paulo Tavares, num total de cerca de 80 participantes.

Recorrendo-se a uma palete de imagens projectadas num grande ecrã, a apresentação incluiu: um enquadramento geográfico da Guiné-Bissau e da Região de Cacheu; o ambiente da Escola Pública de Iniciativa Comunitária de Cabienque – nomeadamente a utilização de quadros de giz pelos professores locais; a diversidade guineense de Canchungo, das habitações aos transportes, mercado e feira, principais culturas (arroz, cajú, mankara) e frutas (papaia, mangu, manfafa, fole), gastronomia; terminando com a arte da panadaria, os penteados femininos e o lúdico – incluindo curtos vídeos de brincadeiras das crianças.
Muito muito obrigado pelo acolhimento mais uma vez demonstrado e desejamos ter contribuído para o reforço deste projecto de intercâmbio escolar entre o Mondim de Basto (Portugal) e Cabienque (Guiné-Bissau).

domingo, 5 de dezembro de 2010

Andorinha em Passo Positivo


Angariação de Gramáticas


Estamos a juntar gramáticas de língua portuguesa recentes (máximo 5 anos). Façam-nos chegar aquelas gramáticas que já não usam e estão neste momento a ocupar espaço nos vossos armários. Trataremos de as encaminhar para a Associação Andorinha em Canchungo - Guiné-Bissau.
Contamos com o Vosso apoio para o desenvolvimento da Língua de Camões e de todos nós!


Associação Passo Positivo

Quem somos?
Um grupo de pessoas com anos de experiência na área.
Com trabalho comprovado em outras Associações e ONG's quer a nível nacional quer internacional.

Porquê?
Porque existem áreas de intervenção onde ainda há lacunas.
Unimo-nos em prol de um objectivo comum: Fazer algo difente e chegar onde os outros não chegam.

Onde?
Estamos sediados no Grande Porto mas a nossa intervenção não terá limites.
Interviremos onde pudermos sempre que forem identificadas reais necessidades.

Projectos?
Muitos.
Começamos aos poucos e poucos com projectos sólidos.

Formações?
Temos um plano de formação que anunciaremos oportunamente. Aberto a todos os que já participaram, participam e/ou pretendem vir a participar em actividades abrangidas pela nossa área de intervenção.

Quem pode participar e como?
TODOS.
Todos podem participar nos mais variados formatos:
- como Voluntários (no apoio às nossas actividades, na área logística, angariação de fundos, eventos, na intervenção directa com os beneficiários ou mesmo na própria associação);
- como Formandos (através da participação nas formações estarão a contribuir para o desenvolvimento dos seus próprios conhecimentos assim como a apoiar financeiramente a associação);
- como Doadores/patrocinadores (apoiando com recursos financeiros e/ou materiais as actividades da associação);
- como Associados (fazendo parte directa da vida activa da associação, com benefícios que exploraremos ao longo do tempo). Todos os que se pretendem juntar a nós podem fazê-lo entrando directamente em contacto com a associação por email ou por telefone.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Andorinha cita recomendações de seminário de Língua Portuguesa

Encontro Internacional

Lisboa, 25/26 de Outubro de 2010

No quadro da comemoração do centenário da proclamação da República Portuguesa e há
mais de meio milénio depois do começo da expansão de Portugal no mundo, o que
provocou a irradiação da língua e da cultura portuguesas através dos diferentes continentes,
deve-se examinar o seu lugar e a sua presença num mundo onde a mundialização
representa ao mesmo tempo um trunfo e um desafio.

Língua de cerca de 250 milhões de pessoas, língua oficial de oito Estados (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste) e de cerca de 20 Organizações intergovernamentais, ela é ensinada em 190 estabelecimentos da África, Europa, América, Oceania e da Ásia.

No entanto, a presença real do português mantém-se fraca em muitos domínios: ciberespaço, negociações internacionais, comércio, ciências, etc. e principalmente nas agências das Nações Unidas.

Diante desta situação, a União Latina, em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian, organizou este encontro internacional, que serviu de foro de discussões e de reflexão sobre o lugar da língua portuguesa. O colóquio realizou-se sob o alto Patrocínio de Sua Excelência o Senhor Presidente da República e de Sua Excelência o Senhor Presidente da Assembleia da República e recebeu o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e da Fundação Luso-Americana.

As discussões foram articuladas em torno de temas como “a língua portuguesa no mundo”,” “diáspora e imigração”, “Valor económico da língua portuguesa“ e “Ciberespaço lusófono: como forma de difusão e de divulgação da língua“.

No seu discurso de encerramento, Sua Excelência o Senhor Embaixador José Luis Dicenta, Secretário Geral de União Latina, apresentou as principais recomendações exprimidas pelos participantes do encontro, ou seja.
·  utilizarem a língua portuguesa em todas as ocasiões públicas internacionais que se apresentem e sempre que possível, evitando o uso de uma língua estrangeira;
·  favorecerem uma estratégia comum das embaixadas dos países de língua portuguesa em prol da promoção do português nos diferentes países do mundo;
·  realizarem, de maneira concertada, acções que permitam a adopção da língua portuguesa como língua oficial ou de trabalho nas agências das Nações Unidas e aumentar a utilização da mesma nas organizações onde o idioma português já tem esse estatuto;
·  mobilizarem as diásporas lusofalantes como motor da promoção da língua;
·  contribuírem para uma maior presença da língua portuguesa na área das ciências e tecnologia;
·  promoverem uma política de dobragem em português para melhor difundir a língua no seio das populações dos países de língua portuguesa que apresentam altos índices de analfabetismo;
·  destacarem o valor económico da língua portuguesa, de modo a incentivar as empresas dos países lusofalantes a acompanharem a difusão e o uso da língua;
·  favorecerem a instauração de quotas mínimas de difusão de música e produção audiovisual em língua portuguesa nos media nacionais;
·  equipararem o IVA da edição digital com a edição tradicional;
·  acompanharem e apoiarem a actividade do IILP nesta nova etapa, decidida pelos países da CPLP em Brasília durante este ano;
·  elaborarem uma gramática única da língua portuguesa, que reflicta as características de todos os países que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa;
·  elaborarem um dicionário comum a todas as variantes da língua portuguesa;
·  constituirem um fundo comum aos países de língua portuguesa de terminologias científico-técnicas;
·  criarem uma dinâmica conjunta entre os países de língua portuguesa em matéria de neologismos;
·  promoverem o uso da língua portuguesa no seio das entidades internacionais e intergovernamentais;
·  promoverem uma aproximação com os espaços linguísticos próximos (isto é as línguas românicas) e em particular com os vizinhos naturais de Portugal e do Brasil, ou sejam os países de língua espanhola, sem esquecer a comunidade de fala galega.
Podem-se citar, de entre os oradores:
O Embaixador Manuel Maria Carrilho (ex-Ministro da Cultura e Embaixador de Portugal junto à UNESCO), a Dra. Isabel Alçada(Ministra da Educação), o Embaixador José Luis Dicenta(Secretário Geral da União Latina), o Dr. António Braga(Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas), o Dr.Emílio Rui Vilar (presidente da Fundação Calouste Gulbenkian), o Eng° Domingos Simões Pereira (Secretário Executivo da CPLP),o Dr. Jaime Gama (Presidente da Assembleia da República), a Dra. Paula Laborinho (Presidente do Instituto Camões), o Dr.Afonso Camões (Presidente de agência de Notícias LUSA), o Dr.Gilvan Müller de Oliveira (Director Executivo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa).
  
Mais informações no sítio do colóquio: http://dtil.unilat.org/coloquio_lingua_port/index.htm

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Andorinha em Mondim de Bastos

No dia 12 de Novembro a Andorinha visitou o Agrupamento de Mondim de Bastos, a convite da direcção, no âmbito do projecto Andorinha – Promoção da Língua Portuguesa e da Cultura em Língua Portuguesa – um intercâmbio de escolas portuguesas e escolas no sector de Canchungo, Região de Cacheu, Guiné-Bissau.
«O Agrupamento de Escolas de Mondim de Basto é constituído por 7 Jardins-de-Infância, 11 escolas de 1º ciclo e uma escola de 2º e 3º ciclos com ensino secundário. No ano lectivo 2009-2010, serviu um total de 1332 alunos, assim distribuídos pelos diferentes ciclos: 111 - Pré-Escolar | 357 - Primeiro ciclo | 534 - 2º e 3º ciclos (ensino regular) | 143 - Secundário (ensino regular) | 121 - Cursos profissionais | 53 - CEF's - Cursos educação e formação | 23 - EFA - Educação e formação de adultos. Os recursos humanos e materiais afectos a este Agrupamento fazem dele a organização de maior dimensão do concelho de Mondim de Basto, terra de rio e montanha, localizada na fronteira entre Trás-os-Montes e o Minho, encostada ao Tâmega a poente e circundada pelo complexo montanhoso Marão-Alvão.»


Nesta visita inicial ficamos pelo edifício novo que alberga o 1.º Ciclo, acolhidos pelo professor José Manuel Carvalho, coordenador do projecto Andorinha neste estabelecimento de ensino. Durante a parte da manhã, realizamos duas sessões juntando duas turmas e respectivos professores no espaço da biblioteca. Sessões que repetimos da parte da tarde, voltando a reunir mais duas turmas e respectivos professores de cada vez.
Recorrendo-se a uma palete de imagens projectadas num grande ecrã, a apresentação incluiu: um enquadramento geográfico da Guiné-Bissau e da Região de Cacheu; o ambiente da Escola Pública de Iniciativa Comunitária de Cabienque – nomeadamente a utilização de quadros de giz pelos professores locais; a diversidade guineense de Canchungo, das habitações aos transportes, mercado e feira, principais culturas (arroz, cajú, mankara) e frutas (papaia, mangu, manfafa, fole), gastronomia; terminando com a arte da panadaria, os penteados femininos e o lúdico – incluindo curtos vídeos de brincadeiras das crianças.


Foi também a oportunidade para se entregar à directora professora Maria Laura Pereira uma carta do professor Bernardo Gomes, director da Escola Pública de Iniciativa Comunitária de Cabienque, e outra da direcção da AFIR – Associação dos Filhos e Irmãos de Cabienque.
Muito muito obrigado pelo acolhimento demonstrado e desejamos ter contribuído para o reforço deste projecto de intercâmbio escolar entre o Mondim de Bastos (Portugal) e Cabienque (Guiné-Bissau).

sábado, 13 de novembro de 2010

Andorinha em Várzea

No dia 31 de Outubro, num dia chuvoso, a Bankada Andorinha esteve com o grupo de catequizandos do 10º ano da paróquia de São João de Várzea, animado por Patrícia Silva – na freguesia de Várzea, concelho de Amarante.
Realizou-se a apresentação do historial das iniciativas, desde o programa radiofónico Andorinha ao projecto de actividades e os objectivos para o ano lectivo de 2010-2011. Complementarmente, foi projectado um conjunto diversificado de imagens que caracterizam a Região de Cacheu na Guiné-Bissau, dando particular atenção ao sector de Calequisse, porque este grupo apadrinha um menino chamado Octávio Mendes, que era apoiado pela Irmã Emilia Garcês em Betenta.
Esta Andorinha continua a projectar rotas de solidariedade!

domingo, 7 de novembro de 2010

Andorinha em "Grande Manhã" na RDP África


No passado dia 29 de Outubro, a Bankada Andorinha teve o privilégio de participar no programa radiofónico GRANDE MANHÃ da RDP ÁFRICA, que decorreu entre as 8.00 h e o Meio-Dia, no Auditório da RTP (Av. Marechal Gomes da Costa, em Lisboa), em mais uma emissão ao vivo integrada nas comemorações dos 75 anos da Rádio Pública – Uma Idade Que Fica No Ouvido.
Esta GRANDE MANHÃ DA RDP ÁFRICA AO VIVO contou com as presenças, entre outros convidados, da Dra. Brígida Rocha Brito, Heitor Sampaio, Sebastião Antunes, Fernando Ferreira, Jedy Blindado, Afrika Team, José Mussuaili, Vânia Oliveira, Tonecas, Firmino Pascoal e Dama Bete – «um alinhamento que tem por missão realçar a positiva e saudável convivência entre os povos falantes da língua portuguesa, demonstrando em várias vertentes os aspectos particulares de cada cultura e de cada país.»
A Bankada Andorinha teve oportunidade de voltar a fazer ouvir a sua voz para a Guiné-Bissau – em especial para Canchungo e a Região de Cacheu – Moçambique, São Tomé e Príncipe e outros recantos de Língua Portuguesa.
Um imenso obrigado a João Pedro Martins e Ana Jordão por mais este apoio. Bem hajam!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Andorinha em seminário de Língua Portuguesa


A Bankada Andorinha participou no Encontro Internacional “Língua Portuguesa e Culturas Lusófonas num Universo Globalizado” que decorreu na Fundação Calouste Gulbenkian nos dias 25 e 26 de Outubro em Lisboa, organizado pela União Latina.
Evento teve uma Sessão de Abertura, com o Dr. Marçal Grilo, Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Dr. José Carlos Vasconcelos, director do “Jornal de Letras”, Dr. António Braga, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Embaixador José Luís Dicenta, Secretário-Geral da União Latina, e Dr. Jaime Gama, Presidente da Assembleia da República.
Seguido de uma conferência, proferida pelo Prof. Doutor Manuel Maria Carrilho, Ex-Ministro da Cultura e Embaixador de Portugal na UNESCO.
O tema “A língua portuguesa no mundo” foi moderado pelo Prof. Doutor Ivo Castro, director da Área de Ciência da Linguagem da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e contou com as intervenções do Prof. Doutor Francisco Pinto Balsemão, presidente do grupo Impresa, Prof. Doutor Adriano Moreira, presidente da Academia das Ciências, Dr.ª Ana Paula Laborinho, presidente do Instituto Camões, Dr.ª Graça Mira Gomes, Ministério dos Negócios Estrangeiros, e Prof. Doutor Carlos Lopes, Sub-Secretário Geral das Nações Unidas.
O tema “Diáspora e imigração” foi dissertado pelo ensaísta Eduardo Lourenço, administrador da Fundação Calouste Gulbenkian, Prof. Doutor Onésimo Teotónio de Almeida, Universidade de Brown, Embaixador Francisco Seixas da Costa, Embaixador de Portugal em França, e Prof. Doutor Hélder Macedo, Universidade de Londres, moderado pelo Prof. Doutor José Esteves Pereira, Vice-Reitor da Universidade Nova de Lisboa.
No dia seguinte, teve lugar o tema “Valor económico da língua portuguesa”, com um primeiro grupo moderado pelo Prof. Doutor Luís Filipe Barreto, com o Prof. Doutor Luís Reto, reitor do ISCTE, António Pedro Vasconcellos, cineasta, David Ferreira, editor, e Dr. Renato Borges de Sousa, Director do CIAL – Centro de Línguas. Seguiram-se Dr. Pedro Norton, vice-presidente da Comissão Executiva da Impressa, Prof. Doutor Estêvão de Moura, presidente da Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Eng.º Vasco Teixeira, presidente da Porto Editora, e Dr. Paulo Teixeira Pinto, Presidente da APEL, moderado pela Prof.ª Paula Morão, da Universidade de Lisboa – Faculdade de Letras.
Por último, o tema “Ciberespaço lusófono: como forma de difusão e de divulgação da língua – internet e novas tecnologias”, foi protagonizado pelo Dr. Gilvan Müller, director do Instituto Internacional de Língua Portuguesa, Dr. Afonso Camões, presidente da Agência de Notícias LUSA, Prof. Doutor Carlos Correia, Universidade Nova de Lisboa / FCSH / CITI, e Prof. Doutor Gustavo Cardoso, director da OBERCOM – Observatório da Comunicação, moderado pelo Prof. Doutor Arnaldo Espírito Santo, da Universidade de Lisboa – Faculdade de Letras.
Este ambiente foi ainda abrilhantado pela conferência do Embaixador Alberto Costa e Silva.
Para a sessão de encerramento, estiveram presentes o Prof. Doutor João Sentieiro, presidente da FCT – Fundação para a Ciência e Tecnologia, Embaixador João Sentieiro, Secretário-Geral da União Latina, Dr. Domingos Simões Pereira, Secretário Executivo da CPL, e Dr.ª Isabel Alçada, Ministra da Educação.
Foi uma oportunidade soberana para ficarmos com diversos apontamentos e textos sobre esta temática – onde, por exemplo, se realçou o contributo da Galiza para a defesa da Língua Portuguesa e se recomendou uma maior atenção às 2.ª e 3.ª luso-descendentes espalhados pelo Mundo –, que iremos transmitir às diversas bankada Andorinha na Guiné-Bissau. Foi ainda oportunidade para se contactar diversas personalidades e divulgar a nossa iniciativa – recebendo unânimes elogios.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Andorinha cita Eduardo Marçal Grilo


Muitos jovens não aprendem porque não dominam a língua portuguesa, o que quer dizer que são incapazes de compreender o que é ministrado nas aulas, sejam estas de História, de Matemática ou e Física e Química. Significa isto que a melhoria do rendimento escolar está muitas vezes relacionado com um esforço a ser feito na aprendizagem da língua e que passa por quem tem responsabilidades na área da língua portuguesa, mas que não se esgota nesse esforço, dado que o trabalho a ser feito no domínio da leitura e da escrita tem de ser transversal a toda a actividade do aluno.
Eduardo Marçal Grilo, “Se Não Estudas Estás Tramado”

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Andorinha em Viana do Castelo



No dia 2 de Outubro, a Bankada Andorinha teve o seu espaço de apresentação no II Fórum “Abraçar a Guiné 2010”, sob o lema “Dilemas da Cooperação Internacional”, organizado pela Associação de Cooperação da Guiné-Bissau, no Museu de Arte e Arqueologia de Viana do Castelo. Este evento contou com o seguinte programa e participações:

9:00h – Recepção
9:30h – Sessão de Abertura
9:45h – Painel: Dilemas actuais da Cooperação Internacional”
            Moderadora: Flora Silva

Visões sobre Sustentabilidade - duas ONG´s/ dois projectos
            António Alberto Alves – Bankada Andorinha (Guiné-Bissau)
            Ana Patrícia Dias - Associação Kutsemba        

11:00h – Intervalo para café

11:30h – Painel “Comércio Justo”
            Moderador: José Pimenta
Xoan Hermida - ONG Amarante (Galiza)

12:30h – Debate

13:00h – Encerramento da sessão – Almoço

15:00h – Painel “ACGB – Projectos em curso”
            Moderador: Berta Santos

Projecto “Maternidade de Cacheu”
            José Luís Ponte – Presidente da ACGB
            Manuel Pimenta – Presidente da Fundação Manuel Pimenta
           
Projecto de “Juntos por Cacheu”
Ana Ribeiro – Escola E.B.2,3 Pintor José de Brito
           
Projecto “População com Deficiência”
Ana Silva, Vânia Marques e Cristina Magano – ACGB/APCVC/APPACDM

Projecto “Manual do Voluntário”
Luísa Correia – Pólo do Porto

17:00h – Debate
17:30h – Encerramento

A apresentação da Bankada Andorinha – promoção da Língua Portuguesa e da Cultura em Língua Portuguesa suscitou diversas curiosidades e promoveu um participado debate. Agradecemos a oportunidade e desejamos que seja o início de uma colaboração profícua em prol da Região de Cacheu.