«Que o teu filho viva amanhã no mundo dos teus sonhos»
Amílcar Cabral, Outubro de 1944

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Andorinha em Canchungo

A Bankada Andorinha a 24 e 30 de Março visitou o Jardim-de-Infância Joaquim Baticã Ferreira em Canchungo, para em conjunto com a respectiva educadora de infância, informarmos e sensibilizarmos as crianças para montarem e manterem um intercâmbio com o Centro de Apoio à Pequena Infância – Toca do Capi e Associação Engenho e Arte em Messejana, Portugal – no âmbito do Projecto Andorinha – Promoção da Língua Portuguesa e da Cultura em Língua Portuguesa – um intercâmbio de escolas portuguesas e escolas na Região de Cacheu, Guiné-Bissau.

A educadora chama-se Aissatu Lucinda Embaló, mais conhecida por Tucha, é a grande animadora e responsável por este espaço – na cidade de Canchungo é tida como muito querida pelas crianças e competente na sua área: os directores das escolas que acolhem as suas crianças afiançam que entram melhor preparadas.
O nome do Jardim-de-Infância é uma homenagem a um antigo Régulo de Babok – um regulado mandjako que engloba vinte e quatro bairros e tabanka (aldeias) de Canchungo e arredores, cujo centro é o Reino (e bairro) de Utiacor.
Esta Jardim-de-Infância acolhe entre 50 a 40 crianças – o número varia consoante a capacidade de os pais pagarem a mensalidade.
É esta rota de intercâmbio e solidariedade que se vai alargando e consolidando entre Portugal e a Guiné-Bissau.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Andorinha em Cacheu


No dia 25 de Março a Bankada Andorinha deslocou-se a Cacheu para visitar o Liceu Domingos Mendonça, a convite do respectivo director Joãozinho António Norone.
Fomos recebidos com a habitual hospitalidade e curiosidade dos alunos, e reunimos com os elementos da bankada Andorinha local, para articularmos os planos de actividades para este ano lectivo de 2010-2011.
Foi com agrado que ficamos informados que a organização da actividade “Nô Pensa Cabral!” a 20 de Janeiro em Cacheu contribuiu para o relançamento e reorganização da bankada neste ano lectivo e que marcou o orgulho da cidade – apenas se lamenta que não tenha ficado o registo fotográfico.

Eis a «relação nominal dos elementos da direcção» actual:
Upá Jabate Mendes, Presidente, estudante 9.ª – 2;
Paulo Cumba, Vice-Presidente, estudante 8.ª – 6 e presidente da Associação de Estudantes;
Robson Silvano Gomes, Porta-Vóz, estudante 9.ª – 2;
Emilio Armando Sá, Vice-Porta-Vóz, estudante 9.ª – 3;
Leonel Gomes, Secretário, professor Química e Educação Social;
Acásio Sanhá, Vice Secretário, estudante 10.ª – 1;
Cirilo Sambú, Financeiro, estudante 10.ª – 1;
Jano Lima, Vice-Financeiro, estudante 9.ª – 5;
Augusto João Correia, Chefe de Informação e Propaganda, professor Desenho;
Félix Maurisio da Silva, Representante, professor Geografia e História;
João Djata, Vice-Representante, estudante 8.ª – 2;
Jalcira José Vaz, Representante Vóz Femenina, estudante 9.ª – 3;
Maria Lurdes, Vice-Representante da Vóz Femenina, estudante 8.ª – 3;
Tunde Gomes, Representante da Disciplina e Desporto, professor Educação Física;
Idalina, Vice-Representante da Disciplina e Desporto, estudante;
Braima Mendes, Mensageiro, professor Português;
Egídio Augusto Sanca, Conselheiro, professor Química e Biologia;
António Bedeta, Vice-Conselheiro, estudante 11.ª – 1;
Ana Paula, Representante das Actividades, estudante 11.ª – 1;
Evaldine das Mata, Vice-Representante das Actividades, estudante 11.ª – 1;
Vasco Tambá, Coordenador Geral, professor Inglês;
Cadi Quadé, Vice-Coordenador, estudante 7.ª – 5;
Pedro Nhaga, Responsável Organização e Vestuário;
Marceano da Tchangue, Patrocínador da Bankada, comerciante.
É uma organização a abrir asas pelo sector de Cacheu...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Andorinha em Calequisse



No dia 17 de Março a Bankada Andorinha reuniu com Ussumane Jandi, Director Regional de Educação, Elvira Gomes, inspectora-coordenadora, António Bedane e Paulo Mendes, inspectores-formadores do sector de Cachungo, para os informar do alargamento do Projecto Andorinha – Promoção da Língua Portuguesa e da Cultura em Língua Portuguesa – um intercâmbio de escolas portuguesas e escolas na Região de Cacheu, Guiné-Bissau.


No dia 18 de Março a Bankada Andorinha deslocou-se a Calequisse para reforçar a participação deste sector nas iniciativas Andorinha. No Liceu Daniel Brottier estivemos reunidos com o professor e director Martinho Mendes para se iniciar a sensibilização para a participação deste estabelecimento de ensino no Projecto Andorinha, promovendo uma relação com o Agrupamento de Escolas José Saraiva em Leiria, Portugal – com o apoio e empenho da professora Maria Goreti Custódio. Recordamos que neste Liceu estão matriculados 180 alunos (104 masculinos e 76 femininos), da 7.ªa à 9.ª Classes. Confirmamos igualmente a formação de uma bankada Andorinha neste Liceu, presidida por Nené Correia.
Visitamos de seguida o Centro de Desenvolvimento Educativo Daniel Brottier, onde pudemos constatar o bom funcionamento deste generoso espaço, que tanto deve à perseverança incansável da Irmã Emília Garcês.

Reunimos ainda com a Irmã Paula Caluvi, para a informarmos do projecto, nomeadamente sobre um grupo de jovens da paróquia de Várzea, em Portugal, que pretendem reforçar a relação com a Escola de Betenta, onde apadrinham uma criança: Octávio Mendes.
Por fim, no dia 31 de Março reunimos com Agostinho E. Nhaga, inspector-formador da DRE para o sector de Calequisse, para o informarmos e envolvermos neste projecto.
É o projecto Andorinha a abrir asas e a expandir-se de Portugal para a Guiné-Bissau...

quinta-feira, 31 de março de 2011

Andorinha em Canhobe

Foi no âmbito da visita da expedição Latitude Zeroº - Rota Ingoré 2011 que pudemos constatar da chegada de uma encomenda do Agrupamento de Escolas do Marão à Escola Pública de Iniciativa Comunitária “Prof. Henrique Bamba Ferreira” de Canhobe, no seguimento do Projecto Andorinha – Promoção da Língua Portuguesa e da Cultura em Língua Portuguesa – um intercâmbio de escolas portuguesas e escolas no sector de Canchungo, Região de Cacheu, Guiné-Bissau.

Trata-se de um conjunto de trabalhos e materiais didácticos realizados pelos alunos e professores portugueses ao longo do ano lectivo de 2009-2010, incluindo um cd-room com os respectivos arquivos da escola. A que acrescentamos materiais elaborados por alunos do 6.º ano de escolaridade, turma B, na disciplina de EVT – Educação Visual e Tecnológica, leccionada pelo professor José Eduardo.
É esta rota de solidariedade que se mantém...

sexta-feira, 25 de março de 2011

Andorinha cita João Rosa


Ensinar só em português prejudica alunos cabo-verdianos18 Março 2011

A utilização do Português como língua exclusiva nas salas de aula em Cabo Verde prejudica muitos alunos, razão pela qual o crioulo deve tornar-se o idioma de ensino nas escolas do arquipélago, defende o investigador João Rosa.


João Rosa, um investigador cabo-verdiano mestre em Linguística na Universidade de Massachusetts (Estados Unidos), onde lecciona, sublinhou à agência Lusa que o Português leva a que muitos alunos em Cabo Verde sejam “silenciados” nas salas de aula, dado que, fora delas só falam o Crioulo.
“A utilização do Português como língua exclusiva nas salas de aula prejudica muitos alunos cabo-verdianos que não têm acesso à língua em casa, que é a maioria dos alunos em Cabo Verde”, sustenta João Rosa, autor do recentemente editado “Discursos Linguísticos e Realidades nas Salas de Aulas – Vencendo a Luta pelo Controle”.
João Rosa frisou que, dentro das salas de aula, os alunos “são sujeitos a uma política linguística que os obriga a falar Português”, mas recusou a ideia de que a falha pertença também à própria sociedade local.
“Não acho que seja uma falha da sociedade cabo-verdiana. Desde que foi instituído nas escolas o Português tem sido uma língua protegida na sociedade. Só que a realidade ocorre em Crioulo, em Cabo-Verdiano. Acho que o Português é uma grande herança do povo cabo-verdiano, mas a prática, o ensino e a política linguística não podem sujeitar a maioria dos alunos a um silêncio dentro das salas de aula”, respondeu.
“O Português tem de ser ensinado em Cabo Verde mas como segunda língua, não como língua nativa. Essa política, por exemplo, iria diminuir as interferências linguísticas que ocorrem na maior parte da população”, sublinhou João Rosa, natural da Cidade da Praia, onde nasceu a 5 de abril de 1969 (41 anos) e residente nos EUA.
“O ensino do Português como segunda língua exigiria um ensino, na primeira fase da aprendizagem das crianças, em Crioulo. Depois, gradualmente, envolver-se-ia o Português. Não pretendo que não se deve estudar o Português em Cabo Verde. Isso seria absurdo”, acrescentou.
João Rosa lembrou que o Instituto do Crioulo Cabo-Verdiano (ICC) produz materiais escolares em Crioulo e que são utilizados no ensino sem qualquer problema.
“Esse é um debate que existe apenas em Cabo Verde e que não tem em conta o que se passa no exterior, na diáspora”, referiu o autor, argumentando que o modelo existente nos Estados Unidos prova que pode ser aplicado no país.
Fonte: Lusa, in "A Semana"

quarta-feira, 23 de março de 2011

Andorinha em Rota Ingoré 2011 - Guiné-Bissau



Um primeiro apontamento sobre a expedição Latitude Zero – Rota Ingoré: ultrapassou todas as expectativas planeadas!
A expedição partiu a 20 de Fevereiro de Portugal e contou com a participação de João Brito e Faro, chefe de expedição e engenheiro agrário, e Mário Barroco de Melo, psicólogo, da Latitude Zeroº, José Alberto Magalhães, jornalista da Lusa, António Alberto Alves, sociólogo, António Vieira e Norberto de Sousa da TVI, e na Guiné-Bissau acompanharam-nos Fernando Gisteira, presidente da comissão instaladora da universidade Instituto Piaget e a sua companheira, Dona Joaquina – num total de quatro viaturas todo-o-terreno.


Apesar do atraso no desembarque das viaturas Land Rover no porto da capital guineense, de 24 de Fevereiro a 4 de Março a frota de jipes todo-o-terreno deu uma volta pela Guiné-Bissau e pelas suas diversidades: Bissau – Ilhandé – Buba – Nhala – Guileje – Iemberem (Parque de Cantanhez) – Mato de Lautchande – Bambadinca – Bafatá – Farim – Bigene – Ingoré – Quinhicam – Canchungo – Cabienque – Tame – Canhobe – Ponta Pedra – ilha de Pecixe – Bissau. Os organizadores tiveram oportunidade de conhecer diversos projectos de boas práticas, sobretudo na área da Educação, e a equipa da TVI recolheu imagens e depoimentos preciosos para poderem realizar um bom documentário sobre a Guiné-Bissau, com o objectivo de dar um contributo positivo pela sua imagem.



Em breve iremos desenvolver mais notícias sobre este acontecimento, em que as iniciativas Andorinha foram visitadas durante dia e meio.
Até breve...




domingo, 20 de março de 2011

Andorinha em AJALPD

A Bankada Andorinha respondeu ao convite da AJALPD – Associação de Jovens Amigos da Língua Portuguesa para o Desenvolvimento e esteve presente com Clemente Mendes, Djenabú Djaló e Dionysius Aristides Charles Teodorico de Sousa Barbosa a 4 de Março num debate realizado no Centro Cultural Português em Bissau «com o objectivo de promover e desenvolver o uso da língua portuguesa no seio da sociedade guineense».
Com o seguinte programa:
09h30 – Recepção dos convidados
09h45 – Apresentação do historial da AJALPD
09h55 – Comunicação do presidente da AJALPD
1.º Tema – Pensar a Língua Portuguesa
Orador: Fernando Delfim da Silva
Moderador: Prof. Figuinho Ocaia
2.º Tema – Unidos Para Proteger o Ambiente
Orador: Secretário de Estado de Ambiente
«O objectivo principal é de pensar ceriamente em Língua portuguesa no seu método de funcionamento no nosso meio social em geral onde singio mais para a comunicação social e o problema maior que temos é na comunicação.
O Fernando disse-nos que a língua portuguesa é um veículo, tem diversidade dos pontos como os tais: ponto de vista social, económicos e ponto de vista político etc. A língua é o alicersse do nosso conhecimento adquirindo no quotidiano.
Falou também de que a chave corpo docente do português é os professores: quanto melhor o professor assim também melhor serão os alunos. A causa principal do fracaço no ensino é a situação económica do país é que levou o sistema da educação complicou-se.» [excerto do relatório de Dionysius apresentado na reunião da Bankada Andorinha]

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Andorinha em Latitude Zeroº - Rota Ingoré

«Expedição à Guiné-Bissau - 2011

Introdução:
Em Setembro de 2000, os líderes mundiais reuniram-se  para a Cimeira do Milénio nas Nações Unidas e estabeleceram Oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODMs). Lisboa, em 2006, foi a anfitriã da Conferencia Europeia “8 Caminhos para mudar o Mundo” que devem ser atingidos até  2015. Eis os 8 Objectivos:
1.                   Erradicar a fome e a pobreza extremas
2.                   Completar a educação primária a nível universal
3.                   Promover a igualdade dos géneros e implementar o poder das mulheres
4.                   Reduzir a taxa de mortalidade infantil
5.                   Desenvolver os cuidados de saúde maternos
6.                   Combater o Hiv/Sida, a malária e outras doenças
7.                   Assegurar a sustentabilidade ambiental
8.                   Desenvolver uma parceria global para o desenvolvimento
Estes objectivos recobrem muitos daqueles que o evento Latitude Zero – Equatorial Challenge se propôs nas suas anteriores edições.
…  a grande bandeira do Rota Ingoré é, em coerência com a filosofia habitual, o transporte – a médio prazo – de uma escola pré-fabricada e respectivo equipamento... 

1. Objectivos da Rota Ingoré:
 Percorrer a Guiné-Bissau, de Norte a Sul, visitando pequenas aldeolas isoladas onde existam missões religiosas, ou não, constituídas por voluntários portugueses. 
Visamos:
·                     Contribuir para a promoção da Língua Portuguesa, como factor de união entre todos os povos da CPLP: serão ofertados pequenos conjuntos de livros de instrução primária.
·                     Dar visibilidade ao ignorado esforço destas populações pelo progresso económico, social e cultural.
·                     Dar testemunho do contributo de Portugal para o diálogo entre culturas, em zona de intensíssimo contacto com a África francófona.
·                     Contribuir para a promoção da mulher Guineense, em projectos de desenvolvimento local integrado, sendo portadores de apoios à agricultura – sementes, agro - químicos, instrumentos e ferramentas agrícolas e manuais básicos de agricultura.
·                     Realizar a expedição com um balanço nulo de emissões de CO2. As sementes transportadas permitirão a promoção da agricultura local e simultaneamente a absorção de CO2 emitido.
·                     Por último, contribuir para a divulgação do trabalho de voluntariado, realizado por tantos e tantos portugueses, junto destas populações desfavorecidas.

2.  O percurso:
Bissau – Canchungo – Ilha de Pecixe – S. Domingos – Ingoré – Bafatá – Bambadinca – Gabú – Boé – Catió – Tombali – Quinhamel – Bissau.

3.  Contingências
1.                    Zonas de conflito e tensão (Casamansa) a norte da Guiné-Bissau.
2.                   Instabilidade política» [ver www.latitudezero.ttverde.com]

É neste âmbito que a Bankada Andorinha e os respectivos projectos, de promoção da Língua Portuguesa e da Cultura em Língua Portuguesa, serão visitados em Canchungo, com o seguinte programa:

Dia 24 de Fevereiro (quinta-feira):
15h30 – Comité de Estado – cumprimentos ao Administrador de Sector, Faustino Paulo Mango
16h00 – Visita à Rádio Babok
16h30 – Passagem pelo Liceu Regional Hô Chi Minh – cumprimentos a Marcolino Vasconcelos, co-autor do programa radiofónico Andorinha
17h00 – Visita a Bankada Andorinha no Centro de Desenvolvimento Educativo – oferta de obras
18h30 – Visita à COAJOQ – Cooperativa Agro-Pecuária de Jovens Quadros
20h00 – Rádio Comunitária Uler A Baand: participação no programa Andorinha
Instalação da expedição na COAJOQ

Dia 25 de Fevereiro (sexta-feira):
09h00 – Visita a Escola Pública de Iniciativa Comunitária de Cabienque
10h30 – Visita a Escola Pública de Iniciativa Comunitária “Tomás Nanhungue” de Tame e a uma das escolas anexas (Pencontche, Guepite, Pepas, Cabeh e Canuan)
12h30 – Escola Pública de Iniciativa Comunitária “Prof. Henrique Bamba Ferreira” de Canhobe
14h00 – Regresso a Canchungo
17h00 – Visita a Escola Prof. Antero Sampaio – homenagem a Padre José Marques Henriques
Pernoitar na COAJOQ – djumbai

Dia 26 de Fevereiro (sábado):
08h00 – Partida para Pecixe
Pernoitar na COAJOQ

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Andorinha com o hip-hop guineense

Slyser ofereceu à Bankada Andorinha meia dúzia das suas músicas do seu mais recente álbum – e igualmente um jingle promocional em exclusivo. É com grande orgulho que iremos incorporar os seus contributos nos programas Andorinha na Rádio Comunitária Uler A Baand e Rádio Babok, a partir de Canchungo, na Região de Cacheu, na Guiné-Bissau. A Slyser, os nossos melhores agradecimentos...

«Slyser, nascido na Guiné-Bissau (Safim)  é um dos grandes artistas da comunidade, Hip-Hop, de Aveiro (membro da Hot Block, também guineenses). Tornou-se mais activo desde 2001, começando a ter várias actuações em bares de Aveiro, Coimbra e Porto. Chegou a actuar na festa do primeiro aniversário do Site Hipocentro, na comemoração do Dia Mundial de Luta Contra o Cancro e de Luta contra a Sida (ambas no Porto), na festa da MTV Underground, festas do ISCAA e da Universidade de Aveiro (Festa dos CPLP em 2004 e 2005 e Queima das fitas em2003.
Em 2004 enviou uma maquete para a revista Hip Hop Nation, a qual teve uma excelente crítica ("Slyser fez em 5 sons o que muitos não fazem num cd" - citando a revista) onde se destacou pelo bom trabalho e em 2007 lançou um Ep independente - Desabafos.
Recentemente lançou um novo projecto, Mixtape Inegável 2010, que transmite mensagens positivas, um flow eclético, que viaja do agressivo ao melancólico, deixando sempre algo de útil para o ouvinte. Esse trabalho marca  regresso do Slyser à panorama hip hop após mais de 3 anos de ausência. Neste ano Slyser ainda participou na mixtape da gangdomoinho.net.

Slyser sempre foi um apaixonado por poesia e antes de ingressar no mundo do hip hp dedicava-se à escrita de poemas, por passatempo. A entrada no mundo hip hop deu-se por motivação do Tay-Ron (Soul Affect), por volta de 97. Ele, ao ouvir Slyser a rappar a música "dedicatória" dos Mind da Gap, disse-lhe que tinha uma "grande voz" e devia experimentar rappar, e assim, combinaram marcar uma sessão na casa do Tay-ron, de onde sairia o som "rhyme makers" (http://www.youtube.com/watch?v=HsURDKFLInU), que foi gravado junto com os Hot Block. Grupo com a qual Slyser andou até 2003, e com os quais ainda se faz acompanhar nas actuações e colaborações. 

Actualmente, Slyser encontra-se a gravar uma mixtape (3 a 100) a sair brevemente com os membros da Hot Block: G-Smooth (Deep Niggaz) e Nigga X.»

Download cd:


De Henrique Figueiredo, que há mais de dois anos nos dá a conhecer e fornece a música com que animamos os programas radiofónicos Andorinha, com o melhor de hip hop rap reggae funk soul afrobeat kuduro, e afins, em Língua Portuguesa, volta a patrocinar-nos com mais algumas novidades: Black Mastah, Bob da Rage Sense, Cacique 97, Dealema, DJ Ride, E-Spam, Expensive Soul, Factor Activo, Kalaf + Type, Mc Jihad, Mind da Gap, Mister Lizard, Nerve, Octa Push, Oficio, Orelha Negra, Real Combo Lisbonense, TPC trabalho para casa – o que irá reforçar a diversidade e riqueza do programa Andorinha: !

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Andorinha em +ofertas...



No âmbito do seminário “Língua Portuguesa e culturas lusófonas num universo globalizado”, que decorreu de 25 a 26 de Outubro de 2010 na Fundação Calouste Gulbenkian, organizado pela União Latina, foi oferecida à Bankada Andorinha uma edicção de “A Luta é a Minha Primavera” de Vasco Cabral, que será encaminhado para o Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo.
«Nascido em Farim, norte de Guiné-Bissau (1926-2005), Vasco Cabral foi um ícone da luta política e da poesia guineenses. Quando estudava em Lisboa, aos 23 anos, envolveu-se com política, participando ativamente da campanha de oposição anti-salazarista à presidência de Portugal.
Após 5 anos de prisão em Portugal por sua atividade política, Vasco Cabral retornou a Bissau em 1956 e foi um dos fundadores do PAIGC (Partido Africano pela Independência da Guiné e Cabo Verde). 
A década de 1960 foi repleta de "aventuras". Passando à clandestinidade como militante comunista em Portugal, Vasco foge de barco para Tânger com o angolano Agostinho Neto. Descendo a costa africana, busca seu irmão para aderir ao PAIGC e lutar pela independência do país. A luta armada começa em 1963, e a independência reconhecida em 1974.
Além de atuar como governista após a independência, Vasco Cabral também fundou a União dos Escritores da Guiné-Bissau. Publicou A Luta é a Minha Primavera (1981), com poemas escritos entre 1951 e 1974.» [Fonte: www.eportuguese.blogspot.com]

Realizamos igualmente uma recolha de documentos e obras na Internet em formato pdf sobre a Guiné-Bissau e África Ocidental. Textos de e sobre Amílcar Cabral, documentos, estudos e relatórios de diversas instituições, teses universitárias, num total de centena e meia, que iremos disponibilizar para computadores do Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo, do Centro de Desenvolvimento Daniel Brottier de Calequisse e do Centro de Recursos de Cacheu. Recordamos que o acesso à Internet na Guiné-Bissau, sobretudo fora da capital, é inexistente ou contingente. É um dos objectivos da Bankada Andorinha proporcionar o acesso a informação de e sobre a Guiné-Bissau aos guineenses...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Andorinha em GEED

Do Gabinete de Estudos para a Educação e Desenvolvimento, da Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, a Bankada Andorinha recebeu um par de obras resultantes da sua experiência em projectos de promoção da Língua Portuguesa em países dos PALOP.
“Aprender o Português” de Margarida Santos:
«É um Manual/Guia de Alfabetização destinado a todas as crianças cabo-verdianas que iniciam o seu percurso de alfabetização, e simultaneamente, a todas as professoras e professores do ensino básico que pretendem iniciar uma caminhada conjunta com os seus pequenos alunos. Foge às abordagens expositivas que caracterizam as formas tradicionais de ensino e aprendizagem, priorizando o trabalho personalizado e de grupo, a partir da adopção de uma prática activa e participativa.»
“Para escrever melhor” de Benjamim Moreira:
«Escrever. Redigir um texto. Seleccionar, estruturar, articular informações. Eis algumas das tarefas que os estudantes têm de realizar ao longo da escolaridade. Porém, os múltiplos processos cognitivos exigidos tornam o trabalho de escrita difícil para o aluno, e não menos para o professor que o acompanha. Ao aluno, como a qualquer escrevente, é também exigida a capacidade de observar e reflectir sobre o seu texto: reescrevendo-o, reformulando-o, aperfeiçoando-o. Mas, como conseguem os professores orientar e ajudar os alunos na habilidade da escrita? Esta é a questão que se aborda neste livro. A partir de um corpus de textos de alunos do ensino básico integrado de Cabo Verde, analisam-se os problemas encontrados e apresentam-se as respectivas intervenções pedagógicas. Finalmente, são propostos instrumentos didácticos adequados às áreas críticas que justificam a intervenção do professor. Esta obra destina-se primeiramente aos professores e estudantes de Português Língua Segunda dos países de língua oficial portuguesa ou que residem e estudam no nosso país. No entanto, as propostas apresentadas vão também ao encontro de preocupações existentes no ensino do Português Língua Materna.»
Os nossos melhores agradecimentos ao GEED, em especial para Nadir Faria, por este apoio. Este par de publicações irá em breve ser encaminhado para o Centro de Desenvolvimento Educativo em Canchungo na Guiné-Bissau.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Andorinha em ACIDI

Do ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (Lisboa, Portugal) a Bankada Andorinha recebeu um conjunto de publicações, da parte do Entreculturas e do Observatório da Imigração.

Da Colecção Estudos e Práticas:
 nº 2 – “Crescer Bilingue” de Dulce Pereira

Da Colecção Cadernos de Formação:
“Cooperação e Aprendizagem: educação intercultural” de Maria Isabel Geraldes Santos Cochito

Da Colecção Percurso...em nós:
dvd I – “Narrativas de Vida”
dvd II – “Celebração da Diversidade”
dvd III – “Acolhimento”

Da Colecção Estudos do Observatório da Imigração:
nº 4 – “Contributos dos Imigrantes na Demografia Portuguesa: o papel das populações de nacionalidade estrangeira” de Maria João Valente Rosa, Hugo de Seabra, Tiago Santos
nº 12 – “O Tráfico de Migrantes em Portugal: perspectivas sociológicas, jurídicas e políticas” de João Peixoto, António Goucha Soares, Paulo Manuel Costa, Sónia Pereira, Catarina Sabino
nº 13 – “A Criminalidade de Estrangeiros em Portugal: um inquérito científico” de Hugo Martinez de Seabra, Tiago Santos
nº 19 – “Media, Imigração e Minorias Étnicas II” de Isabel Ferin Cunha, Clara Almeida Santos, Catarina Valdigem, Willy S. Filho
nº 21 – “Os Imigrantes e a População Portuguesa – Imagens Recíprocas: análise de duas sondagens” de Mário F. Lages, Verónica M. Policarpo, José Carlos L. Marques, Paulo Lopes Matos, João Homem Cristo António
nº 22 – “Espaços e Expressões de Conflito e Tensão entre Autóctones, Minorias  Migrantes e Não Migrantes na Área Metropolitana de Lisboa” de Jorge Macaísta e Manuela Mendes (coord.), Carlos Elias Barbosa, Sandra Brito Silva, Aline Schiltz, Francisco Vala
nº 23 – “Licença para Criar: imigrantes nas artes em Portugal” de Magda Nico, Natália Gomes, Rita Rosado, Sara Duarte
nº 24 – “Estudo Prospectivo Sobre Imigrantes Qualificados em Portugal” de Pedro Góis, José Carlos Marques
nº 25 – “A Convenção Internacional Sobre a Protecção dos Direitos de Todos os Trabalhadores Migrantes e dos Membros das suas Famílias: perspectivas e paradoxos nacionais e internacionais em matéria de imigração” de Gonçalo Saraiva Matias, Patrícia Fragoso Martins
nº 26 – “Quanto Custa ser Imigrante?” de Edite Rosário, Tiago Santos
nº 27 – “A Importância e o Impacto das Remessas dos Imigrantes em Portugal no Desenvolvimento de Cabo Verde” de André Corsino Tolentino, Carlos Manuel Rocha, Nancy Curado Tolentino
nº 28 – “Media, Imigração e Minorias Étnicas: 2005-2006” de Isabel Ferin, Clara Almeida Santos, Willy Filho, Ilda Fortes
nº 29 – “Os Meios de Comunicação Étnicos em Portugal: dinâmica organizacional dos media das comunidades de imigrantes” de Isabela Câmara Salim
nº 31 – “As Características da Imigração em Portugal e os seus Efeitos no Comércio Bilateral” de Horácio C. Faustino (coord.), João Peixoto, Patrícia Baptista
nº 32 – “Saúde Sexual e Reprodutiva de Mulheres Imigrantes Africanas e Brasileiras: um estudo qualitativo” de Sónia Ferreira Dias, Cristianne Famer Rocha, Rosário Horta
nº 33 – “Migrantes e Saúde Mental: a construção da competência cultural” de Chiara Pussetti (coord.), Júlio F. Ferreira, Elsa Lechner, Cristina Santinho
nº 34 – “Sindicatos e Imigração em Portugal” de Marina Kolarova, João Peixoto
nº 35 – “Mulheres Imigrantes em Portugal: memórias, dificuldades de integração e projectos de vida” de Joana Miranda
nº 36 – “Acesso dos Imigrantes aos Serviços Bancários em Portugal” de Bruno Dias, Elisia Silva, Rahul Kumar, Tiago Ralha
nº 37 – “Crescer fora de água?: expressividades, posicionamentos e negociações identitárias de jovens de origem africana na Região Metropolitana de Lisboa” de Marta Vilar Rosales, Vanessa Cantinho de Jesus, Susana Parra

Da Colecção Comunidades
nº 2 – “Comunidade(s) Cabo-verdiana(s): as múltiplas faces da imigração cabo-verdiana” de Pedro Góis (coord.)

Da Colecção Teses do Observatório da Imigração:
nº 1 – “Delinquência a Preto e Branco: estudo de jovens em reinsercão” de Hugo Martinez de Seabra
nº 3 – “Fluxos Migratórios e Cooperação para o Desenvolvimento: realidades compatíveis no contexto europeu?” de Joana Miranda Figueiredo
nº 23 – “A Segunda Geração de Imigrantes em Portugal e a Diferenciação do Percurso Escolar: jovens de origem cabo-verdiana versus jovens de origem hindu-indiana” de Sónia Pires

Da revista Migrações:
nº 2 – “Imigração e Mercado de Trabalho”
nº 3 – “Empreendedorismo Imigrante”
nº 6 – “Associativismo Imigrante”

Da Colecção Cadernos OI:
nº 1 – “Os Limites da Formalidade e o Trabalho Imigrante em Portugal” por Lourenço Xavier de Carvalho

Da Colecção Portugal:
nº 1 – “Percursos de Interculturalidade: raízes e estruturas”
nº 2 – “Percursos de Interculturalidade: contextos e dinâmicas”
nº 3 – “Percursos de Interculturalidade: matrizes e configurações”
nº 4 – “Percursos de Interculturalidade: desafios à identidade”.

Os nossos melhores agradecimentos ao ACIDI, em especial para a Dr.ª Paula Ferreira do Centro de Documentação do ACIDI, e para os amigos Henrique Figueiredo e Orlando Carvalho, que se encarregaram do transporte por etapas – recordo que este projecto não tem apoio financeiros, todavia conta com esta imensa riqueza da boa-vontade de instituições e amigos!
Este conjunto de publicações irá em breve ser encaminhado para o Centro de Desenvolvimento Educativo em Canchungo na Guiné-Bissau.